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terça-feira, 18 de agosto de 2026

Hayden Panettiere (1989 - 2026)

 


A actriz norte-americana Hayden Panettiere morreu no domingo, 16 de Agosto, cinco dias antes de completar 37 anos, depois de uma vida que começou praticamente ao mesmo tempo que a sua carreira — e que uma geração inteira acompanhou de camarote. Vimo-la crescer ao mesmo tempo que nós e interpretar personagens que ficaram para sempre gravadas na nossa memória colectiva.

Com enorme pesar, a família confirmou a sua morte através do seu representante, descrevendo-a como uma pessoa vibrante, uma “força da natureza” e uma “luz na vida de quem a conheceu”. Panettiere, que já tinha perdido o irmão, Jansen, de 28 anos, em 2023, foi encontrada sem vida numa residência em Greenville, na Carolina do Sul. Foi declarada morta no local, depois de os meios de emergência terem tentado reanimá-la. As autoridades não encontraram sinais de traumatismo nem indícios de crime. A causa e a forma da morte permanecem, para já, indeterminadas e sob investigação. Entretanto, foram divulgadas comunicações da linha de emergência 911 nas quais se ouvem referências a uma possível “overdose” e a uma “paragem cardiorrespiratória”.

Possuidora de uma beleza etérea e angelical, Hayden Lesley Panettiere, nascida a 21 de Agosto de 1989, em Nova Iorque, nunca chegou propriamente a ter uma infância convencional. Começou a fazer publicidade com apenas onze meses — num anúncio a um comboio de brincar da Playskool — e aos quatro anos já tinha conseguido um papel regular na novela «One Life to Live». Seguiram-se quatro anos em «Guiding Light» e, ainda antes de chegar à adolescência, já tinha emprestado a voz à pequena Dot de «A Bug’s Life».

Aos onze anos, contracenou com Denzel Washington em «Remember the Titans», interpretando Sheryl Yoast, a filha do treinador Herman Boone, e foi somando pequenos e grandes papéis em filmes como «Joe Somebody», «The Affair of the Necklace», «Raising Helen», «The Dust Factory», «Racing Stripes» e «Ice Princess», ao lado da também entretanto falecida Michelle Trachtenberg — filme para o qual chegou mesmo a ter de aprender a patinar.

Aos 12 anos, foi a filha de Calista Flockhart na mítica série «Ally McBeal», roubando corações com uma personalidade determinada, perspicaz e um tanto ou quanto neurótica, numa versão infantil que parecia carregar uma pequena advogada dentro de si.

Em 2006, aos 17 anos, chegou o papel que transformaria uma jovem actriz de sucesso numa estrela internacional. Em «Heroes», a série criada por Tim Kring, Hayden interpretou Claire Bennet, a cheerleader adolescente cuja capacidade de regeneração a tornava praticamente indestrutível.

Na sala de espera para uma das audições estava nada mais, nada menos do que Emma Stone. Anos mais tarde, a actriz contou à Vanity Fair que entrou na sala de casting, deu o seu melhor e saiu para aguardar. Lá fora, ouviu a euforia desmedida dos directores perante a candidata seguinte:

“Numa escala de 1 a 10, tu és um 11.”

Era Hayden.

E a frase “Save the cheerleader, save the world” tornou-se uma das mais reconhecíveis da televisão daquela época, enquanto Claire se transformava rapidamente na personagem mais emblemática e amada da sua carreira.

O sucesso foi retumbante. Panettiere passou a frequentar convenções de ficção científica, a viajar pelo mundo e a ser reconhecida por um papel que ajudou, ironicamente, a cristalizar o estereótipo de que mais tarde se queixaria: o da loira popular, bonita e aparentemente superficial.

Em entrevistas, lamentava que, depois de «Heroes», «Racing Stripes» ou «Ice Princess», muita gente simplesmente assumisse que aquele era o único tipo de papel que conseguiria interpretar, esquecendo trabalhos dramáticos como «Normal», ao lado de Jessica Lange e Tom Wilkinson.

Queria mais.

Em 2011, Wes Craven deu-lhe a oportunidade de provar que a cheerleader de «Heroes» também podia sobreviver a um filme de terror. Em «Scream 4», tornou-se Kirby Reed, uma adolescente cinéfila, inteligente e muito mais preparada para enfrentar Ghostface do que a maioria dos seus antecessores.

A personagem ganhou rapidamente estatuto de favorita dos fãs e, mais de uma década depois, Panettiere regressaria ao papel em «Scream VI», em 2023 — um regresso particularmente significativo depois de vários anos afastada dos ecrãs.

Mas foi na televisão que encontrou aquela que viria a ser, simultaneamente, uma das personagens mais importantes e mais dolorosamente próximas da sua própria vida.

Em 2012, aos 23 anos, Hayden mudou-se para a “Music City” para protagonizar «Nashville», ao lado de Connie Britton, Charles Esten e das também incrivelmente talentosas Lennon e Maisy Stella, dando vida à conturbada estrela de música country Juliette Barnes.

Nada de novo para quem já tinha experiência musical: Panettiere gravara vários temas, lançara singles a solo, como “Wake Up Call”, em 2008, e dera voz a várias canções para bandas sonoras.

Na capital mundial da música country, a sua Juliette era ambiciosa, egocêntrica, vulnerável e frequentemente autodestrutiva mas era incomparavelmente brilhante e somava êxito atrás de êxito:

“Boys and Buses”, “I'm a Girl”, “Trouble Is”, “Wrong Song” (dueto com Britton) e “Tell That Devil” continuam a ecoar como provas da sua versatilidade, a par de hinos de catarse emocional como “Nothing In This World Will Ever Break My Heart”, “Undermine” (dueto com Esten) ou a sua desarmante rendição de “Crazy”, dos emblemáticos Patsy Cline e Willie Nelson.

Performances e canções que não eram apenas sucessos de ficção mas registos do poder vocal e do magnetismo de uma artista completa, que lhe valeu duas nomeações para os Globos de Ouro. No entanto, aquilo que inicialmente parecia apenas mais uma personagem complexa acabaria por adquirir contornos assustadoramente autobiográficos.

Enquanto Juliette enfrentava problemas com álcool, relações tóxicas, gravidez e depressão pós-parto, Hayden estava, na vida real, a atravessar algumas dessas mesmas batalhas.

A actriz revelou posteriormente que começara a receber aquilo a que chamavam “happy pills” quando tinha apenas 16 anos — medicamentos que, segundo contou, lhe eram dados para a ajudarem a parecer mais animada durante entrevistas. O que começou como uma tentativa de a tornar mais “feliz e apresentável” perante as câmaras acabaria por contribuir para uma relação destrutiva com substâncias e álcool.

Em 2014, nasceu a sua filha, Kaya, fruto da relação com o pugilista ucraniano Wladimir Klitschko, com quem Hayden mantivera uma relação intermitente desde 2009 e de quem chegou a ficar noiva.

Ter-se-ão conhecido em 2008, numa festa de lançamento do livro de um amigo em comum. Hayden, que tinha cerca de 1,57 metros, ficou impressionada com a estatura do peso-pesado, uns imponentes 1,98 metros. Segundo a própria actriz, terá olhado para ele e exclamado:

“You’re huge!”

Klitschko terá olhado para baixo e respondido simplesmente:

“You’re tiny!”

Um meet cute digno de uma comédia romântica mas a relação de nove anos, entre avanços e recuos, e a subsequente maternidade não trouxeram consigo a derradeira felicidade que todos lhe desejávamos.

Pouco depois do nascimento da filha, Hayden entrou numa profunda depressão pós-parto.

“O problema não era sobre o que está ou não está mal na minha vida. A questão era que eu tinha tudo o que alguma vez quis — um óptimo trabalho, um bebé, amigos, um noivo — e, no entanto, continuava infeliz.”

Mais tarde explicou que não sentia qualquer rejeição pela bebé; o problema era ela própria. Sentia-se profundamente deprimida, perdida dentro de uma espécie de “nevoeiro” que não reconhecia como seu, e começou a utilizar o álcool como forma de tentar calar aquilo que não conseguia compreender.

“Eu simplesmente achei que havia algo seriamente errado comigo, por isso pensei: ‘O álcool vai arranjar isto — duh!’ E não arranjou. Faz isso por um momento, mas depois torna tudo pior.”

A tudo isto acrescia a cruel coincidência de estar a trabalhar diariamente numa série cuja protagonista começava a atravessar exactamente os mesmos problemas.

Mais tarde, Hayden viria mesmo a dizer que chegou a deixar de conseguir perceber onde terminava Juliette e começava Hayden. Ia para o trabalho representar os seus próprios demónios e, quando regressava a casa, já não queria ficar sozinha com eles — só queria escapar-lhes.

Em 2015, durante a produção da série, procurou tratamento, e a sua ausência no ecrã foi integrada no arco dramático de Juliette, que se isola de todos os que a amam e entra numa espiral descendente, parcialmente camuflada de jornada de autoconhecimento e descoberta.

Quando «Nashville» terminou, em 2018, depois de seis temporadas, o relacionamento com Klitschko também chegou ao fim e Hayden afastou-se praticamente por completo da vida pública.

Nos anos seguintes, a situação agravou-se. Precisou de tratamento prolongado, passou cerca de oito meses numa instituição e acabou por perder a custódia da filha. Após a separação, Kaya passou a viver com o pai na Europa. Confrontada com as insinuações implacáveis da imprensa, Hayden viria mais tarde a explicar a devastação por detrás daquela decisão: entregar a guarda da filha foi uma das decisões mais dolorosas da sua vida, mas, consumida pelos seus problemas, acreditava que afastá-la era a única forma de ser uma boa mãe.

O abismo aprofundou-se ainda mais com o relacionamento com Brian Hickerson, marcado por episódios de violência doméstica que culminaram numa ordem de protecção, detenção e condenação do agressor.

Mas Hayden não se deixou engolir pelo precipício.

Transformou o seu calvário em matéria-prima para a reconstrução. Em vez de se esconder sob a lupa permanente da especulação, quebrou o silêncio e passou a falar publicamente sobre dependência, depressão pós-parto, recuperação e violência.

Depois de vários anos afastada de Hollywood, regressou aos ecrãs, primeiro com «Scream VI», em 2023, voltando a vestir a pele de Kirby Reed — personagem que muitos fãs tinham assumido que jamais voltariam a ver. Seguiu-se «Amber Alert», em 2024, um thriller protagonizado ao lado de Tyler James Williams, no qual interpretou uma mulher envolvida numa perseguição desesperada depois de detectar um veículo que poderá estar relacionado com o rapto de uma criança.

Panettiere explicou que o trabalho em «Scream 4», sob orientação de Wes Craven, lhe tinha ensinado muito sobre a construção da tensão e que utilizara essa experiência em «Amber Alert».

A sua biografia confunde-se, de certa forma, com a própria evolução no ecrã: foi a bebé dos anúncios, a estrela precoce das novelas, a voz da animação, a líder de torcida invencível e inquebrável, a princesa adolescente, a diva da música country, a sobrevivente, a mãe e a mulher em dolorosa recuperação.

E quando parecia finalmente estar a recuperar uma vida profissional interrompida demasiado cedo, decidiu contar a sua própria história.

Em Maio deste ano, publicou «This Is Me: A Reckoning», as suas memórias, nas quais revisitou o trauma de uma infância passada diante das câmaras, a relação complicada com a mãe, a fama, os problemas de dependência, a depressão pós-parto, a perda da custódia da filha que tanto amava e de quem tanto se orgulhava e os anos que passou a tentar descobrir quem era para lá das personagens conhecidas do grande público. O livro foi publicado a 19 de Maio, apenas três meses antes da sua morte.

Numa entrevista dada já este ano, Hayden admitia que uma das coisas de que mais sentia falta era precisamente aquilo que nunca tivera verdadeiramente: uma infância normal.

Vieram também à luz algumas histórias perturbadoras, que servem para recordar que, em Hollywood, nada é necessariamente aquilo que parece.

No livro, Hayden relata um episódio ocorrido quando tinha 18 anos, durante uma viagem num iate. Uma amiga em quem confiava profundamente levou-a para o convés inferior, onde se encontrava um homem muito famoso e... muito despido. Segundo o seu relato, o comportamento daquele homem perante a situação fê-la perceber imediatamente que havia algo profundamente errado. A actriz recusou-se a aceitar o que estava a acontecer e passou o resto do tempo a esconder-se pelos recantos da embarcação, sem ter para onde fugir.

Noutra revelação, desta vez numa conversa com Jay Shetty, denunciou aquilo que considerava ser a hipocrisia da indústria e das marcas que lucram com a imagem de mulheres famosas.

Depois de uma década de parceria com a Neutrogena, a marca terá querido terminar a relação contratual depois de Hayden falar publicamente sobre a sua depressão pós-parto, durante uma entrevista espontânea no programa Live! with Kelly and Michael. Segundo a própria actriz, foi invocada uma “cláusula moral”, tendo o seu representante argumentado que a situação constituía uma condição médica e não uma falha moral. A marca acabou por recuar, mas não renovou posteriormente a parceria.

O que mais terá magoado Hayden, segundo as suas próprias palavras, foi a desumanização do processo: depois de dez anos a ser o rosto da marca, o vínculo terminou com uma indiferença que contrastava violentamente com a proximidade construída ao longo de uma década. Ninguém lhe ligou para saber como estava, para lhe desejar as melhoras ou sequer para se despedir.

E talvez seja essa a parte mais difícil de assimilar nesta história.

A falta de humanidade e de protecção na indústria do entretenimento. A objectivação e sexualização de crianças desde tenra idade. A forma como um sistema construído em torno de fama, dinheiro e aparência pode normalizar abusos de poder e deixar jovens talentos expostos a situações para as quais nunca deveriam ter de estar preparados.

A história de Hayden Panettiere coloca, uma vez mais, um holofote sobre essa realidade sombria: a de uma indústria que pode transformar uma criança numa mercadoria descartável antes de ela sequer compreender o que significa ser famosa — e depois exigir-lhe que sobreviva, já adulta, às consequências dessa infância.

Hayden deixou este mundo em pleno processo de reemergência. Não depois de uma carreira esquecida, nem depois de desaparecer completamente.

Estava a fazer o seu comeback.

Tinha voltado a trabalhar. Tinha voltado a dar entrevistas. Tinha voltado a falar sobre aquilo que lhe acontecera. Tinha acabado de publicar um livro no qual recuperava a narrativa da sua própria vida. Falava sobre o quanto ainda tinha para viver e sobre a vontade de transformar aquilo que quase a destruiu em alguma coisa que pudesse ajudar outras pessoas.

A sua luz apagou-se demasiado cedo.

Mas a menina de olhar doce e sorriso terno não partiu em silêncio.

Antes de morrer, conseguiu fazer uma coisa que talvez tivesse sido impossível para aquela criança de onze meses que começou a aparecer em anúncios, para a adolescente transformada em símbolo de uma geração ou para a mulher constantemente reduzida às manchetes sobre a sua vida privada: conseguiu recuperar a autoria da própria história.

Durante anos, o mundo escreveu Hayden Panettiere como uma personagem.

Ela passou os últimos anos da sua vida a reescrever-se a si própria.

E talvez esse seja o seu legado mais poderoso.

“A vida pode abalar-te e derrubar-te, mas mesmo quando estás no teu pior momento, há esperança e tens a oportunidade de reconstruir.”


quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Já tens a tua varinha mágica? O caldeirão? Frascos para as poções? Vassoura?


Accio!
Já está disponível o set que vai transportar todos os fãs de LEGO® Harry Potter™ para a Diagon Alley, o icónico local onde o "rapaz que sobreviveu" tem um primeiro vislumbre do fantástico mundo que mudou para sempre o seu destino (e onde Hagrid lhe oferece a Hedwig, como prenda de 11º aniversário).

Já estás a ouvir melodia harrypottiana na cabeça?
♪ Nana na na na na na na, nananana nana, nana nanana nana na na na, na na na na nana ♪
Não? Sou só eu?

Continuemos, então:
Este incrível, formidável, espectacular conjunto, que alia os dois mundos numa peça de exposição absolutamente mágica e versátil (criada pelo nosso talentoso conterrâneo Marco Bessa, há que salientar!), permite-te encontrar todo o material escolar requerido por Dumbledore & Cia.

Podes comprar a tua varinha na Loja de Varinhas do Ollivander™, os teus manuais na Livraria Flourish & Blotts™, recarregar baterias na gelataria de Florean Fortescue™ com um delicioso cone de 23 bolas (ou só duas), comprar penas e tinta suplentes na loja de Materiais de Escrita Scribbulus™ (porque se bem conhecemos o Ron vai estar sempre a pedir-te para usar as tuas) e ir à Equipamentos de Qualidade para Quidditch™ comprar a vassoura mais recente, assim como quaffles, bludgers e, talvez umas protecçõezitas, que este é um desporto um tanto ou quanto propenso a quedas...

No final é obrigatória uma passagem pelo estabelecimento dos empreendedores gémeos - Magias Mirabolantes dos Weasleys™ - onde podes encontrar orelhas extensíveis, que dão muito jeito quando a McGonagall dá aulas em formato gato, um feitiço para remover borbulhas da cara (we've all been there), o espectáculo pirotécnico Wildfire Whiz-bangs, pântanos portáteis e mais 346748635 outros feitiços igualmente recomendáveis.
O mapa de Marauder é que infelizmente já se encontra esgotado. 

Quando já estiveres abastecido podes sempre trocar a ordem das lojas e voltar às compras. O que interessa aqui é usares a mais importante das peças: a tua imaginação.E claro, ter uns Sickles prateados e uns Galleons dourados no bolso - é importante não esquecer isto, pode só faltar um mísero Knut de bronze, que o Ollivander obriga-te na mesma a limpar o pó às caixas todas. Eu cá não arriscava.


Com mais de um metro de largura - o que em contagem LEGO® dá algo à volta de 5.500 (!) peças - esta Diagon Alley é repleta de detalhes vistos nos filmes, que captam inequivocamente o ambiente da rua. O designer português que trouxe a Charing Cross Road à luz do dia quis preservar os "detalhes arquitectónicos do filme" tornando tudo incrivelmente realista, para uma completa imersão no mundo do pequeno feiticeiro mais famoso da literatura. E tudo no conforto da tua casa, nem sequer tens que ir ao beco atrás do Leaky Cauldron andar a mexer em tijolos, nem nada...


Por detrás das pormenorizadas fachadas dos edifícios encontramos muitas das nossas personagens favoritas - o Harry, a Hermione, o Ron, o Draco e o Lucius Malfoy, a matriarca Weasley com a Ginny, o Fred e o George, o Gilderoy Lockhart (esse exemplo de bravura que te vai tentar impingir uma cópia da sua nova biografia), a leal Hedwig, o Sr. Ollivander, o senhor da Gelataria Florean Fortescue™ e o fotógrafo do Profeta Diário™ - num total de treze minifiguras, mais a figura maior do Hagrid e o seu mítico guarda-chuva cor-de-rosa.

Se preferires, podes recriar alguns dos teus momentos favoritos desta saga, como a visita do Harry à loja de varinhas Ollivanders™ de «Harry Potter e a Pedra Filosofal», a sessão de autógrafos de Gilderoy Lockhart™ na livraria Flourish & Blotts™ de «Harry Potter e a Câmara dos Segredos» ou comprar alguma poção do amor na loja Magias Mirabolantes dos Weasleys, de «Harry Potter e o Príncipe Misterioso» - mas esse já não recomendamos. Existem boatos que os pais do Voldemort casaram sob o efeito desta poção e daí a sua natureza incapaz de experienciar amor.
Como é que ainda não baniram isto?



Este lançamento traz também consigo uma experiência de realidade aumentada que te vai permitir ver alguns dos incríveis detalhes que foram incluídos em cada loja, bem como algumas das minifiguras a interagirem com este LEGO® Diagon Alley: Harry Potter com a sua nova varinha comprada a Ollivander e os irmãos Weasley a demonstrarem um novo artigo da sua loja de partidas.

E como fazer parte desta experiência de realidade aumentada LEGO®?
Basta acederes a www.LEGO.com/EnterTheMagic no teu smartphone, fazeres scan do Código QR numa loja LEGO, ou da maneira mais LEGO possível: construindo o código QR com as peças que tens em casa e fazer scan com o telemóvel.

Lá, as minifiguras de Fred e George Weasley vão aparecer para receber os fãs na Diagon Alley.
James e Oliver Phelps, que deram vida aos brincalhões gémeos no grande ecrã, juntaram-se à diversão ao criar os seus próprios códigos QR para aceder a este incrível conjunto através de www.LEGO.com/EnterTheMagic. 

 

O set LEGO® Harry Potter™ Diagon Alley™ já se encontra à venda ao grande público (YEAH! - *inserir aqui pequeno festejo maluco), com o PVP recomendado de 399,99€.

Informações adicionais:
- Recomendado para jovens a partir dos 16 anos;
- Medidas do conjunto LEGO® Harry Potter™ Diagon Alley™: Altura: 29cm / Comprimento: 102,4cm /  Profundidade: 13cm;
- Constituído por 5.544 peças;
- O set inclui as seguintes lojas: Loja de Varinhas do Ollivander™, a loja de materiais de escrita Scribbulus™, Equipamentos de Qualidade para Quidditch™, a gelataria de Florean Fortescue, a livraria Flourish & Blotts™ e a Magias Mirabolantes dos Weasleys;
- Pode ser exposto de várias formas, em fila, em rua (com lojas dos dois lados) ou até com todas as lojas em separado. A ordem das lojas também pode ser alterada;

Sobre o Grupo LEGO:
A missão do Grupo LEGO é inspirar e desenvolver os construtores de amanhã, através do poder de brincar. O LEGO System in Play, assente nos tijolos LEGO, permite às crianças construir e reconstruir tudo o que possam imaginar.
O Grupo LEGO foi fundado em Billund, Dinamarca, em 1932 por Ole Kirk Kristiansen, derivando o seu nome da junção das palavras dinamarquesas LEg GOdt, que significam “Brincar Bem”.
Hoje, o Grupo LEGO, permanece uma companhia familiar, sediada em Billund, sendo os famosos tijolos vendidos em mais de 140 países em todo o Mundo. Para mais informação www.LEGO.com.

Sobre o Wizarding World:
Foi há mais de 20 anos que um jovem Harry Potter chegou à Plataforma 9¾ na Estação de King’s Cross, levando fãs de todo o Mundo a conhecer consigo um universo mágico, criado por J.K. Rowling. Nos anos que se seguiram, os sete livros foram best-sellers e inspiraram oito filmes de sucesso, uma aclamada peça de teatro e a série de cinco filmes de “Monstros Fantásticos”. Pessoas de todas as idades ficaram fascinadas por estas fantásticas aventuras num universo sempre em expansão, inspirado pela visão de J.K. Rowling.


Sobre Warner Bros. Consumer Products:
A Warner Bros. Consumer Products (WBCP) é uma empresa Warner Media que leva o portfolio de marcas de entretenimento e franchises dos estúdios a fãs em todo o Mundo. WBCP faz parcerias com as melhores marcas em áreas como os brinquedos, vestuário, decoração e publicações para levar aos fãs produtos de franchises como DC, Wizarding World, Looney Tunes, Hanna-Barbera, HBO, Cartoon Network e Adult Swim. Com programas de merchandising e de licenciamento inovadores, parcerias, iniciativas e experiências temáticas, a WBCP é um dos lideres mundiais no licenciamento e venda de merchandising.

WIZARDING WORLD and all related trademarks, characters, names, and indicia are © & ™ Warner Bros. Entertainment Inc. Publishing Rights © JKR.

sábado, 29 de agosto de 2020

Chadwick Boseman (1977 - 2020)

 

O actor norte-americano Chadwick Boseman faleceu ontem, depois de uma batalha de quatro anos contra o cancro. Já há algum tempo que se especulava acerca da magreza do também argumentista e encenador mas todos assumiram que esta se devia ao seu papel na mais recente fita de Spike Lee - «Da 5 Bloods».

Protagonista do primeiro filme de super-heróis a ser agraciado com uma nomeação para a categoria de Melhor Filme nos Óscars, Chadwick afirmou numa entrevista à Rolling Stone que devia parte do seu sucesso a um conhecido colega de profissão - Denzel Washington. Quando estava a estudar na Universidade de Howard, no final dos anos '90, frequentou um prestigiadíssimo curso de Teatro da Universidade de Oxford - que não tinha como comportar - apenas porque o vencedor de dois Óscares da Academia interveio e lhe pagou a tuição. Vinte anos passados, na antestreia de «Pantera Negra» Chadwick pôde finalmente agradecer ao seu "padrinho" toda a sua generosidade mas Denzel apenas se mostrou orgulhoso, gracejando que só ali estava para receber todo o dinheiro que lhe era devido. O seu desempenho como Rei T'Challa proporcionou-lhe assim não só a oportunidade de conhecer o seu benfeitor como, também, nas suas palavras, "a honra da sua carreira", que contava já com títulos tão sonantes como «Get on Up - A História de James Brown», na qual imortalizou o "Pai do Soul", «42: A História de uma Lenda», na qual encarnou, "the ultimate game changer" Jackie Robinson, o talentoso atleta negro que lutou para mudar mentalidades e «Marshall: Igualdade e Justiça», que tal como no filme onde encarna o protector de Wakanda, gravou já conhecendo o diagnóstico que lhe viria a ceifar a vida: estágio III de cancro do cólon. 

A sua página oficial de Instagram confirmou o seu falecimento, reportando que apesar da quimioterapia e múltiplas cirurgias, o artista acabou por partir em casa, com a esposa Taylor Simone e demais família a seu lado.

Tinha apenas 42 anos.

domingo, 28 de junho de 2020

«Festival Eurovisão da Canção: A História dos Fire Saga» [Crítica]


FICHA TÉCNICA:
Realizador: David Dobkin
Argumentistas: Will Ferrell e Andrew Steele
Género: Comédia / Musical
Duração: 120 minutos

SINOPSE:
Uma dupla pop (Ferrell e McAdams) cuja vocação musical é sistematicamente colocada em causa enxovalhada por quem a conhece vê concretizado o sonho de representar o seu país no Festival Eurovisão da Canção quando, devido a circunstâncias misteriosas, todos os outros candidatos deixam de poder competir. Mas chegados lá, terão o que é necessário para fazerem parte de uma galeria de vencedores onde se incluem, entre muitos outros, os ABBA, Céline Dion e Salvador Sobral?

sábado, 13 de junho de 2020

Manual de Escrita - 10 conselhos para quem quer escrever seja o que for

Se formos acreditar no Pablo Neruda “escrever é fácil. Começam com uma letra maiúscula e terminam com um ponto final. No meio colocam ideias.”.
Quando se é um génio tudo se torna bem mais intuitivo, não é? Na realidade, para as pessoas ditas normais, o método não é assim tão linear e as palavras não surgem com taaaanta facilidade...

...mas como nós aqui no Close Up! acreditamos que todos encerram em si potencial para redigir argumentos dignos de um Óscar, resolvemos ajudar a desmistificar (e assingelar) um bocadinho todo o processo criativo:

quinta-feira, 4 de junho de 2020

B.S.O: "Moral of the Story" (Ashe)

"To All the Boys I've Loved Before" é o livro que a minha eu adolescente teria adorado ler. Jenny Han criou personagens reais - com conversas autênticas, emoções à flor da pele e decisões algo duvidosas. O combo relações, humor & teen drama por norma é receita certeira mas a autora não estaria seguramente a antecipar o êxito fulminante da sua obra, que meras semanas após o lançamento (em 2014) já constava na lista de bestsellers do New York Times, tinha os direitos de adaptação comprados pela Overbook Entertainment (produtora de Will Smith e James Lassiter) e um devoto público a suspirar por mais. A sequela saiu no ano seguinte e a trilogia ficou completa dois anos passados. Em 2018 a Netflix lançou o filme que catapultou definitivamente Lara Jean e Peter Kavinsky para a fama e em 2019 "To All the Boys: P.S. I Still Love You" deixou a legião de fãs a salivar pela estreia do último tomo da saga - "To All the Boys: Always and Forever".
Enquanto não conhecemos o desfecho desta comédia romântica, que já se encontra em produção (será que a distância vai separar a Lara Jean do Peter? Será que o John Ambrose vai desistir tão facilmente? Será que a Jenny e a LJ vão retomar a amizade depois da conversa na casa da árvore? O pai, vai ficar com a vizinha? A irmã, voltará para o ex?) deixamo-vos aqui uma das músicas da banda sonora do segundo filme. Qualquer balada que tenha na letra "Talking with my lawyer she said: Where'd you find this guy?" mereceria menção mas "Moral of the Story" produzida por Finneas (irmão da Billie Eilish)  e cantada pela americana Ashe tem uma amargura inerente (ou não tivesse sido escrita após o seu divórcio) e uma sonoridade folk/pop que fica na cabeça. 


Se gostam deste género musical aconselhamo-vos a ouvir mais desta cantora-letrista que tem tudo para se tornar o próximo fenómeno mundial.  "In Disguise", "Choirs", "Someone to Lose", "Not How It's Supposed to Go", "Real Love", "Shitty Places, Pretty Faces" são genuinamente boas e "Sometimes People Suck" está constantemente em "repeat", aqui no estaminé.