GRAND BUDAPEST HOTEL (Diana e Pedro)
Porquê? Os cenários exuberantes, os diálogos carregados de ironia, a formidável interpretação de Ralph Fiennes... Tudo, mas mesmo tudo assenta na perfeição na mais recente excentricidade de Wes Anderson.
Porquê? A aventura espacial de James Gunn não é apenas para os fãs de fitas de super-heróis, mas também para todos aqueles que gostam de um filme recheado de acção, piadas em catadupa, personagens completamente fora do comum (o guaxinim Rocket e a árvore (pouco) falante Groot são geniais) e uma banda sonora que nos faz regressar aos bons e velhos anos 80.
INTERSTELLAR (Pedro)
Porquê? Um épico ENORME, um filme tão complexo quanto belo, que nos faz pensar (e questionar) acerca do nosso futuro, das nossas escolhas, da vida, do amor... Uma longa-metragem completamente obrigatória, em que tudo é perfeito (o enredo, os actores, a trilha sonora, a fotografia, os magníficos efeitos especiais...) e que ganha, indubitavelmente, uma outra vida no escuro de uma sala de cinema!
Porquê? Uma longa, alucinante e desvairada viagem repleta de sexo, drogas e esquemas fraudulentos que assinala mais uma GIGANTESCA interpretação do injustiçado Leo DiCpario e mais um GRANDE filme no já assinalável currículo de Martin Scorsese.
LONE SURVIVOR - O SOBREVIVENTE (Diana e Pedro)
Porquê? Transposta para o grande ecrã por Peter Berg (sim, o responsável pelo muitíssimo criticado "Battleship - Batalha Naval"), a incrível história verídica de quatro soldados que lutam pela sua sobrevivência em território inimigo tem como grandes trunfos o realismo das suas cenas de acção bem como a tensão latente exibida praticamente desde o seu início e que é capaz de tirar o fôlego a qualquer espectador.
NIGHTCRAWLER - REPÓRTER NA NOITE (Diana e Pedro)
Porquê? Protagonizado por um Jake Gyllenhaal em grande forma (que não física) no papel do psicótico e ambicioso Lou Bloom, a estreia atrás das câmaras de Dan Gilroy resultou numa surpreendente e vibrante viagem até ao (chocante) mundo do jornalismo sensacionalista.
Porquê? Uma montanha russa de emoções fortes carregada de elaboradas sequências de acção que prova que, apesar de difícil, é possível uma sequela bater o original.
Porquê? Um elenco de peso e ao seu melhor nível - encabeçado pelas extraordinárias Meryl Streep e Julia Roberts - conduzem o espectador para um carrossel de emoções fortes ao qual é difícil ficar indiferente.
Porquê? Um filme maduro que se distingue pela sua simplicidade, por não cair em clichés típicos do género, pela importância que atribui ao amor e à esperança e pelos belíssimos desempenhos de Kate Winslet (sempre excelente!), Josh Brolin e Gattlin Griffith.
Porquê? É uma película poderosíssima, uma adaptação fidedigna da obra que lhe deu origem, com momentos fortes e travos de humor, simbolismo e suspense. O seu único pecado é estar dividida em duas partes. Um ano é demasiado tempo para ver o resto...