segunda-feira, 14 de março de 2016

Nicolau Breyner (1940-2016)


Morreu esta segunda-feira, vítima de ataque cardíaco, o actor alentejano Nicolau Breyner.

Ao longo da sua carreira - que teve início em 1960 na peça de teatro «Leonor Teles» - o versátil artista nascido em Serpa foi-se tornando um nome conhecido e muito apreciado pelo grande público, graças à sua participação em mais de centena e meia de produções (entre curtas e longas-metragens, telefilmes, séries e mini-séries televisivas e telenovelas), das quais destacamos a conhecida rábula «Sr. Feliz e Sr. Contente» (1975-1976) - ao lado do comediante Herman José -, «Vila Faia» (1982) - a primeira novela portuguesa, na qual acumulou os papéis de actor, director de actores e guionista -, a comédia «Crónica dos Bons Malandros» (1984), o programa humorístico «Eu Show Nico» (1988), a sitcom «Nico d'Obra» (1993-1996), o drama portuense «Jaime» (1999), o thriller dramático «Os Imortais» (2003), o êxito de bilheteiras «O Crime do Padre Amaro», de 2005 - ano em que foi agraciado com o título de Grande Oficial da Ordem de Mérito pelo então Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio -, a adaptação ao grande ecrã da obra de Eça de Queirós e Ramalho Ortigão, «O Mistério da Estrada de Sintra» (2007), a mini-série «Equador» (2009), as animações «Gru - O Maldisposto» (2010) e «Gru - O Maldisposto 2» (2013) - às quais emprestou a voz ao famigerado vilão do título na versão dobrada em português -  a longa-metragem «Comboio Noturno para Lisboa» (2013) e a comédia dramática «Os Gatos Não Têm Vertigens» (2014).

Tinha 75 anos.
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